sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Velhos hábitos nunca vão embora


"Eu sempre achei, absurdamente, ridícula essa sua regra de cortar, totalmente, laços com a menina depois que você termina com ela, até entendo que você se sinta culpado e tudo mais, até porque, na maioria das vezes, o namoro termina por causa de algo que você fez, ou deixou de fazer, mas, francamente, isso não é motivo para estalar os dedos e desaparecer para sempre, porque — independente do grand finale — a verdade é que a grande maioria dessas meninas jamais vão se divertir tanto quanto se divertiram quando você estava com elas e privá-las de um “Oi” ocasional é muito egoísta da sua parte".
-Bárbara para mim (07/10/2011 às 23:27).

***

Às vezes, eu amaldiçoo, veementemente, o dia em que disse estar com sede e fui com o Caio ao bebedouro, outras vezes, contudo, eu penso que é impossível agradecer a minha sede o suficiente por ter me feito entrar naquela fila.

Felipe: Você ama torturar o Caio, não é?
Bárbara: Eu amo! Me mantém jovem.
Felipe: Por que você nunca me torturou?
Bárbara: Porque você era aquele Felipe, todo ingênuo e inocente, alguém tinha que te ensinar a andar nesse mundo de leões.
Felipe: Obrigado por isso, por ter sido a minha professora.
Bárbara: Sem problema. Eu tive ajuda. Muita ajuda.
Felipe: Tem algo que eu possa fazer para retribuir o favor?
Bárbara: Diga para o Caio pôr desodorante antes de ir à academia. Ele te escuta.
Felipe: Okay!

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