
Eu aderi, recentemente, àquela corrente do Facebook na qual você tem de mudar a foto do seu perfil para a de um personagem icônico da sua infância e mantê-la ali até o Dia das Crianças (12/10/2011) para, supostamente, protestar contra a violência infantil. Bem, eu admito não entender esse tipo de protesto.
Seja como for, eu coloquei uma foto do Son Goku de Dragonball, Z e GT, foto que, para alguns, falha em fazer justiça a epicidade* do personagem e, de fato, isso é verdade, contudo tal imagem funciona, perfeitamente, para destacar aquilo tão admirado por mim na criação máxima de Akira Toriyama: sua inocência, a qual permanece inalterada mesmo depois de ele ter passado por tantas provações no decorrer da sua vida — inimigos monstruosos, amigos perdidos, deveres matrimoniais, paternidade e nem mesmo o peso da velhice conseguiram modificar a sua natureza e, para mim, isso é admirável, afinal, é deveras fácil para nós perder aqueles valores tão ingênuos e puros da infância durante a nossa convivência no mundo real.
Bem, esta é a razão de eu adotar Son Goku como meu ídolo de infância, adolescência, da vida adulta e, não duvide disso nem por um segundo, da terceira idade e a de eu ter escolhido, justamente, essa foto para representá-lo. E, agora, termino essa postagem com um dos momentos mais emocionantes da minha adolescência: os instantes finais de Dragonball GT:
*Qualidade de ser épico.
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