
— Ei, eu vou ir correr na Duque hoje, quer ir comigo?
— Não dá, eu não tô conseguindo andar direito.
— Por que não? Caiu da escada?
— Não, é que eu dei demais para o Vianco ontem, tô acabada.
— Por quê? Por quê? Por quê? Por que diabo você me disse isso? Eu não quero te imaginar nua! Não, mentira, eu quero te imaginar nua, na verdade, eu já te imaginei nua várias vezes na vida, mas eu não quero te imaginar nua com o Vianco! Não, nunca, nem em um milhão de anos!
— Ué, o que você queria que eu respondesse?
— Uma mentira, ora! Eu não preciso nem quero saber dessas coisas! É informação demais para mim!
— Ah, então quer dizer que você pode me falar abertamente das meninas com quem você “procurou o Nemo”, mas eu não posso falar nada do tipo é? Muito engraçado, isso é.
— OK, há uma diferença absurda aí.
— É mesmo? E que diferença é essa?
— Você é flex, tanto faz gasolina ou álcool, você curte os dois! Eu, por outro lado, não sou. Para mim é só gasolina, quero distância de álcool. Por sinal, fique à vontade para vir me falar das suas experiências com gasolina, isso daí eu ficaria feliz da vida em escutar.
— Tá, aproveita para me responder isso: o que tem demais para vocês, homens, em ação mulher com mulher?
— É uma questão de Matemática. Com duas mulheres, tudo fica dobrado! E, veja só, não é somente de duas mulheres juntas que nós gostamos: quanto mais, melhor. Duas, três, quatro, cinco, seis, s... Não, não, seis é o limite.
— Por quê?
— Porque eu não sei o que fazer com mais de seis, é aí que traço o meu limite. Acrescente mais uma mulher e, bem, alguém ficará de fora, o que seria errado, afinal, todo mundo tem que brincar.
— Não poderia haver, sei lá, um rodízio?
— Nope. Ninguém gosta de ficar ter de passar a vez quando está se divertindo, você sabe disso, é por isso que vive inventando história para não passar o controle quando estamos jogando videogame.
— É, eu tenho que concordar com isso. Odiei ter que entregar o controle para a Laura quando nós estávamos andando de triciclo com o Rafael.
— Olhe aí, olhe aí, olhe aí! Você fez de novo!
— O quê? Ah, mas eu falei da Laura também!
— Sim, tudo estava ótimo enquanto eu só tinha você, a Laura e girls love na cabeça, mas daí você inventou de falar desse tal de Rafael e, pronto!, arruinou o cenário e ainda me desejou com inveja porque, caramba, essa sua amiga Laura é muito da linda, meu Deus do Céu!
— Se há um Deus, então ele estava muito inspirado quando fez a Laura e a mandou aqui para Terra. E, ah, é tudo verdadeiro.
— Tudo? Tudo mesmo? Tudinho?
— Arram. De ponta a cabeça, 100% natural.
— Uau! Uau! Eu não consigo pensar em outro comentário senão “Uau”, sério... Uau!
— Ela é um uau! mesmo.
— Tá, agora só entre nós, diz aí como ela é.
— Criativa e talentosa.
— Que tipo de talento ela tem?
— Vamos dizer que ela arranjaria fácil, fácil um trabalho como contorcionista no circo.
— OK, isso é excitante. E me deixa com mais inveja de você. E do tal do Rafael.
— Se quiser, eu te conto como foi detalhe por detalhe, mas você terá que escutar tudo sem exceção.
— É, eu realmente não quero saber das coisas que o carinha fez com vocês, então eu espero até vocês duas resolverem brincar sozinhas.
— Vixe, isso não vai acontecer tão cedo: ela está namorando!
— Quem é o felizardo?
— Felizarda.
— OK, quem é a felizarda?
— A Kamila com “K”.
— Kamila com “K”, a irmãzinha da Carine com “C”.
— Ela mesma.
— Não brinca! Sério? Uau! Mas, ei, peraí, ela não tinha nojinho disso? Era toda “mulher com mulher dá jacaré” e tal.
— O que eu posso dizer? Tudo muda depois de umas doses de tequila.
— Não dá, eu não tô conseguindo andar direito.
— Por que não? Caiu da escada?
— Não, é que eu dei demais para o Vianco ontem, tô acabada.
— Por quê? Por quê? Por quê? Por que diabo você me disse isso? Eu não quero te imaginar nua! Não, mentira, eu quero te imaginar nua, na verdade, eu já te imaginei nua várias vezes na vida, mas eu não quero te imaginar nua com o Vianco! Não, nunca, nem em um milhão de anos!
— Ué, o que você queria que eu respondesse?
— Uma mentira, ora! Eu não preciso nem quero saber dessas coisas! É informação demais para mim!
— Ah, então quer dizer que você pode me falar abertamente das meninas com quem você “procurou o Nemo”, mas eu não posso falar nada do tipo é? Muito engraçado, isso é.
— OK, há uma diferença absurda aí.
— É mesmo? E que diferença é essa?
— Você é flex, tanto faz gasolina ou álcool, você curte os dois! Eu, por outro lado, não sou. Para mim é só gasolina, quero distância de álcool. Por sinal, fique à vontade para vir me falar das suas experiências com gasolina, isso daí eu ficaria feliz da vida em escutar.
— Tá, aproveita para me responder isso: o que tem demais para vocês, homens, em ação mulher com mulher?
— É uma questão de Matemática. Com duas mulheres, tudo fica dobrado! E, veja só, não é somente de duas mulheres juntas que nós gostamos: quanto mais, melhor. Duas, três, quatro, cinco, seis, s... Não, não, seis é o limite.
— Por quê?
— Porque eu não sei o que fazer com mais de seis, é aí que traço o meu limite. Acrescente mais uma mulher e, bem, alguém ficará de fora, o que seria errado, afinal, todo mundo tem que brincar.
— Não poderia haver, sei lá, um rodízio?
— Nope. Ninguém gosta de ficar ter de passar a vez quando está se divertindo, você sabe disso, é por isso que vive inventando história para não passar o controle quando estamos jogando videogame.
— É, eu tenho que concordar com isso. Odiei ter que entregar o controle para a Laura quando nós estávamos andando de triciclo com o Rafael.
— Olhe aí, olhe aí, olhe aí! Você fez de novo!
— O quê? Ah, mas eu falei da Laura também!
— Sim, tudo estava ótimo enquanto eu só tinha você, a Laura e girls love na cabeça, mas daí você inventou de falar desse tal de Rafael e, pronto!, arruinou o cenário e ainda me desejou com inveja porque, caramba, essa sua amiga Laura é muito da linda, meu Deus do Céu!
— Se há um Deus, então ele estava muito inspirado quando fez a Laura e a mandou aqui para Terra. E, ah, é tudo verdadeiro.
— Tudo? Tudo mesmo? Tudinho?
— Arram. De ponta a cabeça, 100% natural.
— Uau! Uau! Eu não consigo pensar em outro comentário senão “Uau”, sério... Uau!
— Ela é um uau! mesmo.
— Tá, agora só entre nós, diz aí como ela é.
— Criativa e talentosa.
— Que tipo de talento ela tem?
— Vamos dizer que ela arranjaria fácil, fácil um trabalho como contorcionista no circo.
— OK, isso é excitante. E me deixa com mais inveja de você. E do tal do Rafael.
— Se quiser, eu te conto como foi detalhe por detalhe, mas você terá que escutar tudo sem exceção.
— É, eu realmente não quero saber das coisas que o carinha fez com vocês, então eu espero até vocês duas resolverem brincar sozinhas.
— Vixe, isso não vai acontecer tão cedo: ela está namorando!
— Quem é o felizardo?
— Felizarda.
— OK, quem é a felizarda?
— A Kamila com “K”.
— Kamila com “K”, a irmãzinha da Carine com “C”.
— Ela mesma.
— Não brinca! Sério? Uau! Mas, ei, peraí, ela não tinha nojinho disso? Era toda “mulher com mulher dá jacaré” e tal.
— O que eu posso dizer? Tudo muda depois de umas doses de tequila.
Bom, engraçado! Lendo blogs pela primeira vez, dificilmente podemos distinguir a ficção do relato, mas fato é que está bem escrito!
ResponderExcluirAbraço,
blog
A exceção de alguns nomes que eu troquei para evitar certas complicações, aí não há nada de fictício. ;D
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