
É um sonho que tem sido recorrente na última semana. Nele, eu me vejo no interior de um foguete com o rosto grudado na janela, admirando a pequenina esfera azul sem fronteiras que é a Terra daquela distância.
Por um momento, penso em tudo que está ali - minha família, meus amigos e ela - e sinto um profundo sentimento de tristeza crescer em mim. Admito que, então, as lágrimas correm pelo meu rosto... E eu sorrio. Há uma nova e excitante vida me aguardando no espaço.
A Humanidade não pode permanecer eternamente em seu berço.
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