Em uma madrugada de 2001, eu e o meu primo Vitor nos sentamos no antigo sofá aqui de casa, ligamos a televisão na Rede Globo e assistimos ao show do Iron Maiden durante o Rock in Rio, o qual deteve de uma performance tão épica por parte da banda que esta tratou de lançar o show em um álbum duplo e me fez jurar de pé junto que um dia eu faria parte do coro ao vivo da música Fear of the Dark, uma das minhas preferidas.
Bem, pessoal, eu realizei esse sonho: há dois dias, ironicamente 1º de abril, o Iron Maiden protagonizou um show, ou melhor, um evento histórico na minha cidade. E eu participei disso. Depois de ter ficado cinco horas na fila para comprar o ingresso no ano passado e mais três horas no dia do evento para adentrar na Cidade Folia, local no qual este ocorreu, eu pude ver os meus ídolos de infância tocando ao vivo — aquele foi um dos melhores momentos da minha vida.

O evento não foi especial somente pela presença no palco dos extraordinários Srs. Bruce Dickinson, Steve Harris, Adrian Smith, Dave Murray, Janick Gers e Nicko McBrain, mas também pelas pessoas que os prestigiaram junto comigo, isto é, os headbangers da minha cidade, em especial o meu primo Ricardo, que me ensinou a ter gosto pelo heavy metal, o meu primo João, o qual esteve escutando música ao meu lado por toda minha vida, e, é claro, o meu melhor amigo, Pattryck, aquele que, anos atrás, me emprestou um single do The Wicker Man, minha música preferida do Iron Maiden e a qual fez parte do setlist daquela noite memorável.

Um setlist que, por sinal, só falhou em alcançar a perfeição por contar com umas músicas do álbum The Final Frontier e colocar de lado alguns clássicos como, por exemplo, Brave New World, Wrathchild e Run to the Hills, mas, ah, não tenho realmente porque reclamar disso, o evento foi épico do início ao fim, cantei 2 Minutes to Midnight, Dance of Death, The Trooper, The Wicker Man (com Syd Barret em minha mente, afinal, a música é dedicada a ele), Blood Brothers (na qual, admito, eu derramei umas lágrimas ao lembrar dos meus irmãos postiços tanto amigos quanto primos), Fear of The Dark, The Number of the Beast e, depois que o evento chegou ao fim, Always Look The Bright Side of Life do Monty Python, música que é tocada no final de toda apresentação do Iron Maiden.
Tal música permanece na minha cabeça até agora e, aliada às lembranças daquele evento histórico, me faz lembrar em como a vida é maravilhosa e merece ser vivida em sua plenitude. Eu estou feliz por estar vivo, por ter realizado esse sonho de infância e mal posso esperar para os acontecimentos que o futuro reserva para mim, para você, para ele, para ela, para todo mundo — em seu quarto mês, 2011 finalmente começou. Up the irons!
Bem, pessoal, eu realizei esse sonho: há dois dias, ironicamente 1º de abril, o Iron Maiden protagonizou um show, ou melhor, um evento histórico na minha cidade. E eu participei disso. Depois de ter ficado cinco horas na fila para comprar o ingresso no ano passado e mais três horas no dia do evento para adentrar na Cidade Folia, local no qual este ocorreu, eu pude ver os meus ídolos de infância tocando ao vivo — aquele foi um dos melhores momentos da minha vida.

O evento não foi especial somente pela presença no palco dos extraordinários Srs. Bruce Dickinson, Steve Harris, Adrian Smith, Dave Murray, Janick Gers e Nicko McBrain, mas também pelas pessoas que os prestigiaram junto comigo, isto é, os headbangers da minha cidade, em especial o meu primo Ricardo, que me ensinou a ter gosto pelo heavy metal, o meu primo João, o qual esteve escutando música ao meu lado por toda minha vida, e, é claro, o meu melhor amigo, Pattryck, aquele que, anos atrás, me emprestou um single do The Wicker Man, minha música preferida do Iron Maiden e a qual fez parte do setlist daquela noite memorável.

Um setlist que, por sinal, só falhou em alcançar a perfeição por contar com umas músicas do álbum The Final Frontier e colocar de lado alguns clássicos como, por exemplo, Brave New World, Wrathchild e Run to the Hills, mas, ah, não tenho realmente porque reclamar disso, o evento foi épico do início ao fim, cantei 2 Minutes to Midnight, Dance of Death, The Trooper, The Wicker Man (com Syd Barret em minha mente, afinal, a música é dedicada a ele), Blood Brothers (na qual, admito, eu derramei umas lágrimas ao lembrar dos meus irmãos postiços tanto amigos quanto primos), Fear of The Dark, The Number of the Beast e, depois que o evento chegou ao fim, Always Look The Bright Side of Life do Monty Python, música que é tocada no final de toda apresentação do Iron Maiden.
Tal música permanece na minha cabeça até agora e, aliada às lembranças daquele evento histórico, me faz lembrar em como a vida é maravilhosa e merece ser vivida em sua plenitude. Eu estou feliz por estar vivo, por ter realizado esse sonho de infância e mal posso esperar para os acontecimentos que o futuro reserva para mim, para você, para ele, para ela, para todo mundo — em seu quarto mês, 2011 finalmente começou. Up the irons!
Cara, te invejo e muito... Ir em um show desses é uma das coisas que tenho que fazer antes de morrer.
ResponderExcluirCara que foda. Não se esqueça de contar isso para seus netos!
Netos? Pois eu contarei desse evento histórico até para o carinha da água quando vier trocar o butijão aqui de casa!
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